A fissura labiopalatina é uma malformação congênita que ocorre no período embrionário (3ª a 8ª semana de vida intra-uterina) e início do período fetal (7ª a 12ª semana de vida intra-uterina) e envolve os processos faciais e palatinos. No Brasil acomete um a cada 650 nascidos vivos. A reabilitação e o prognóstico do tratamento dependem da amplitude da fissura, do tamanho dos segmentos ósseos e da posição que guardam entre si. As fissuras completas bilaterais são a forma mais grave e extensa desta anomalia e apresentam uma prevalência entre 14 e 18%. Esse tipo de malformação divide a maxila em três segmentos distintos: dois palatinos e um central, também chamado de pré-maxila. O segmento anterior é independente dos outros e está ligado somente à extremidade anterior do septo nasal.
Material de apoio:
Fissura completa bilateral: características morfológica
Tratamento cirúrgico de fissuras palatinas completas
Atualização sobre o tratamento multidisciplinar das fissuras labiais e palatinas
Alimentação da criança com fissura de lábio e/ou palato - Um estudo bibliográfico
Sites dos Hospitais:
Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais - HRAC/USP
Hospital SOBRAPAR - Sociedade Brasileira de Pesquisa e Assistência para Reabilitação Craniofacial